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Em vez de flores, presentes ou jantares, mudanças. "Queremos mostrar que, se nós paramos, o mundo para", defendem feministas de todo o mundo que estarão em greve no Dia Internacional da Mulher, nesta quinta-feira (8). A mobilização teve atos em massa no ano passado, mas deve ser ainda mais massiva e atingir 177 países.

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A chamada Greve Internacional de Mulheres foi aprovada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), que mobiliza sindicatos do mundo inteiro – inclusive em 50 cidades do Brasil. Conforme o jornal O Globo, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), um importante sindicato do país, não aderiu à paralisação de 24 horas, mas convoca paradas de duas horas por turno.

O perfil brasileiro da greve no Facebook tem mais de 25 mil seguidores. As espanholas, precursoras do movimento, prometem não ir ao trabalho nesse dia, relegar o cuidado a pessoas e afazeres domésticos. Organizadoras pedem ainda que mulheres se abstenham de compras e que alunas e professoras faltem às aulas.