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A polícia russa prendeu um grupo de pessoas que criaram um consulado de um país inexistente do Caribe em São Petersburgo. A informação foi divulgada à Sputnik pela porta-voz do Ministério do Interior russo, Irina Volk.

O "cônsul", de 64 anos, também foi preso e agora enfrentará cinco anos de prisão. "Um grupo foi desmantelado, cujos membros estabeleceram no território de São Petersburgo um consulado de um estado insular do Caribe que não existe", informou a porta-voz.



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Foi informado que o consulado de "A Ilha Livre do Reino ASPI" operou na cidade por três anos. O país inventado tinha até uma Constituição, que pode ser acessada na Internet.



De acordo com o texto, o Reino ASPI, localizado em águas neutras do Oceano Atlântico, respeita "totalmente" a Carta das Nações Unidas e os direitos humanos.

"Estamos convencidos de que a Ilha Livre do Reino ASPI será um novo passo para o progresso e a união da humanidade em uma família de nações irmãs, que continuarão juntas o caminho da cooperação e da prosperidade", diz o documento do país fictício.

O esquema de fraude usava o órgão para emitir falsos passaportes carteiras de motorista para imigrantes na Rússia pelo valor de 2 mil dólares. Com informações do Sputnik.