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Após ser removido do cargo de chefe da representação do Brasil junto à FAO (braço da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) em Roma, na sexta-feira (16), João Carlos da Souza-Gomes pode perder até metade do salário.

Segundo a coluna de Monica Bergamo, da Folha de São Paulo, o ex-representante brasileiro tem até 75 dias para se apresentar em Brasília, onde responde a um processo administrativo que investiga acusações de assédio sexual e moral.



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A remoção do cargo de chefe da representação do Brasil junto à FAO implica em uma redução da metade do salário atual – não informado pela coluna -, além da perda da verba de US$ 9.553 (cerca de R$ 31 mil) destinado ao pagamento de jantares e recepções.