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A Corregedoria Nacional de Justiça autorizou a abertura de inquérito para apurar as declarações da desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que na quarta-feira (14) publicou texto nas redes sociais com diversas informações falsas a respeito da vereadora carioca.

“A questão é que a tal Marielle não era apenas uma ‘lutadora’, ela estava engajada com bandidos! Foi eleita pelo Comando Vermelho e descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores. Ela, mais do que qualquer outra pessoa ‘longe da favela’ sabe como são cobradas as dívidas pelos grupos entre os quais ela transacionava. Até nós sabemos disso”, escreveu Marília, que finalizou: "A verdade é que jamais saberemos ao certo o que determinou a morte da vereadora, mas temos certeza de que seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.



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Em nota, o Conselho Nacional de Justiça, do qual a Corregedoria é vinculada, explicou que o ministro João Otávio de Noronha, corregedor nacional de Justiça, determinou a abertura de procedimento para averiguar os fatos.