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A Divisão de Homicídios, localizada na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, ouve depoimentos de pessoas ligadas a Marielle Franco e ao PSOL, partido da vereadora, nesta terça-feira (20). A parlamentar e seu motorista, Anderson Gomes, morreram a tiros na noite da última quarta-feira, no Estácio, Região Central da capital.

De acordo com o jornal 'O Extra', as pessoas chegaram ao local por volta das 10h45 e não falaram com a imprensa. A companheira da vereadora Mônica Benício e o deputado estadual Marcelo Freixo estavam no grupo. Investigadores procuram levantar elementos que possam ajudar a solucionar o assassinato.



A assessora da vereadora, que protegeu seu nome por motivos de segurança, foi a única que sobreviveu ao ataque. Em entrevista ao 'Fantástico', no último domingo, a vítima disse que o som dos tiros durou "um segundo".

"Estávamos olhando o celular. Um minuto antes, mais ou menos, eu vi a Marielle comentar alguma coisa do tipo: eita. Mas um comentário muito tranquilo. Não era um susto. No momento dessa interjeição dela, ouvi uma rajada. Na mesma hora me abaixei. Eu estava achando que ela estava se abaixando junto comigo. Foi um barulho forte, mas rápido", disse a assessora.



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