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A Justiça do Quênia considerou inconstitucional uma lei que permitia a realização forçada de exames anais para verificar a homossexualidade entre homens. A decisão foi celebrada por representantes dos direitos humanos e pela comunidade LGBT do país, no qual a homossexualidade é considerada crime por lei.

"A decisão é um enorme passo não apenas para a preservação da dignidade dos homossexuais que eram sujeitos aos indignos exames anais, mas também do Estado de direito no Quênia", disse, segundo o Uol, o diretor da Comissão Nacional dos Direitos Humanos de Gays e Lésbicas do país, Eric Gitari.



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"Os exames violadores, que incluíam deitas (os homens) com as pernas para cima numa posição humilhante e forçar instrumentos no reto, são amplamente reconhecidos como não tendo mérito médico", prosseguiu.