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O Parlamento da Catalunha aprovou uma medida que "defende" o direito de Carles Puigdemont de apresentar sua candidatura à Presidência da região. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (28).

Além disso, os parlamentares exigem a soltura dos líderes que participaram da declaração unilateral de independência catalã, bem como "o direito ao exercício político" dos deputados Jordi Sànchez e Jordi Turull, que também foram indicados para governar a comunidade autônoma e estão na cadeia.



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De acordo com o órgão, o apelo se dá porque Puigdemont "se viu forçado a renunciar à sua posse diante de seu confinamento". O líder deposto pretendia reassumir a Presidência da Catalunha, mas não conseguiu voltar à Espanha por causa de um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Supremo.



No último domingo (25), ele foi detido na Alemanha, que analisará um pedido de extradição feito por Madri. Sánchez, indicado no lugar de Puigdemont, não foi autorizado a tomar posse pela Justiça porque está em prisão preventiva.

Já Turull, terceiro candidato proposto pelos separatistas para assumir como presidente, não conseguiu obter os votos necessários e, posteriormente, foi impedido de comparecer ao segundo turno da votação no Parlamento porque foi detido. Com informações da ANSA.