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Presente com outros jornalistas em um dos ônibus do comboio do ex-presidente Lula atingido por tiros, na terça-feira (27), no interior do Paraná, a ex-editora da Folha de S. Paulo Eleonora de Lucena, de 60 anos, detalhou ao jornal paulista os momentos de tensão vividos pela caravana.

De acordo com ela, os tiros foram disparados após dez minutos da saída da cidade de Quedas do Iguaçu. "O barulho seco no lado direito do ônibus provocou silêncio. Pedras novamente, pensei. Pedras, alguém falou. O ruído foi diferente. Era local de vegetação fechada, mato alto na borda da estrada. O comboio continuou", detalhou.



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De acordo com ela, carros da PM passaram pela caravana pouco depois dos tiros mas não pararam ou acompanharam o comboio, seguindo adiante.