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Sean Cole, de 29 anos, e a namorada dele, Khadeijah Moore, de 21, foram condenados pela Justiça de Huntsville, Alabama, Estados Unidos, por abusarem sexualmente de um menino de 12 anos. A criança é filha de Cole. Segundo os promotores, o pai orientou a namorada a cometer o abuso por suspeitar que o filho era gay.

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O crime foi cometido às vésperas do Dia de Ação de Graças, em 2016, depois de Cole declarar que flagrou o filho em uma "posição comprometdora" com outro garoto. Por ter concorcordado, Moore foi sentenciada por ter forçado a criança a fazer sexo.

"O pai só estava preocupado se o menino era gay", acusa o promotor Tim Douthi. "Não há evidências de que ele sinta atração por meninos, o que ele queria era 'endireitar' o filho – por falta de melhores palavras", alegou o promotor.



O menino vivia com a mãe no estado da Georgia e estava visitando o pai durante as férias. Quando soube do ocorrido pelo filho, a mulher dirigiu até o Alabama para denunciar o ex-companheiro. Cole tem um histórico de abuso domésticos contra a esposa. Cole e a namorada foram condenados à prisão perpétua. Segundo o Alabama.com, a sentença começa a valer em maio.