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Principal homem da "tropa de choque" do presidente Michel Temer, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, falou grosso contra o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

"Janot, que teve a proteção de Raquel Dodge para conseguir fugir do depoimento à CPI da JBS, agora tenta condicioná-la com críticas irônicas à sua atuação", escreveu em "textão" no Facebook. A crítica deve-se ao fato de Janot ter criticado o pedido de soltura de aliados do presidente requerido pela procuradora Raquel Dodge.



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"(Janot) Deveria explicar por que mandou gravar ilegalmente o presidente, por que mentiu sobre a data do início das tratativas da delação dos Batista, por que lhes concedeu este inédito e milionário perdão eterno e por que protegeu a exaustão Marcelo Müller", prosseguiu.



"E, principalmente, o que fazia escondido atrás de caixas de cerveja, disfarçado atrás de óculos escuros, confabulando com a defesa de Joesley Batista. Janot quer continuar seu trabalho de fazer da PGR um partido político, um instrumento para tirar o presidente da República das eleições. Isto é inadmissível no Estado de Direito", finalizou.