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A defesa de Antonio Palocci voltou a pedir que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), analise o habeas corpus do ex-ministro. Em despacho no último dia 26, o ministro, que é relator do caso na Corte, decidiu que esperaria a conclusão do julgamento do pedido de Lula para analisar a solicitação.

"Pois bem, como é do conhecimento desta nobre relatoria, este Supremo Tribunal Federal encerrou aquele julgamento (Lula) na madrugada do dia de hoje (05.04.2018). De tal sorte, findo o julgamento do habeas corpus nº 152.752 (Lula), e sacramentada definitivamente pelo plenário a admissibilidade da impetração de habeas corpus substitutivo de recurso ordinário, reitera-se o pedido para que o presente writ seja julgado na 2ª Turma, na sessão do dia 10.04.2018", escreveram os advogados Alessandro Silverio, Bruno Augusto Gonçalves Vianna e Sylvio Lourenço da Silveira Filho, que defendem Palocci.



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O ex-ministro foi condenado pelo juiz Sergio Moro, em junho de 2017, a 12 anos de prisão, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Ele ainda não foi julgado em segunda instância, e a defesa critica o tempo alongado da prisão, já que está detido preventivamente desde setembro de 2016.



Quando da decisão do STF de analisar o habeas corpus de Lula, Palocci chegou a protestar alegando que o processo do ex-presidente havia “furado a fila” na Corte.