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A Divisão de Homicídios da Polícia Civil, que investiga a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), vai analisar ligações telefônicas e trocas de mensagens realizadas por vereadores da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A quebra do sigilo ocorreu após a identificação do número de celular do motorista que participou da execução.

De acordo com o jornalista Sérgio Ramalho, do 'Intercept Brasil', o objetivo é apurar algum possível contato nas horas próximas ao assassinato. Até agora, investigadores já ouviram oito vereadores, mas em condição de testemunhas.



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