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O Panamá adotará sanções contra a Venezuela a partir de 25 de abril. O governo de Juan Carlos Varela, anunciou, nesta quarta-feira (11), que suspenderá as operações de sete companhias aéreas venezuelanas por 90 dias. Conforme o documento, as medidas são sustentadas "na lei de retorsão" e aplicadas "em virtude do princípio de reciprocidade que rege as relações internacionais".

O texto, publicado na página oficial do Governo do Panamá, explica que "o Conselho do Gabinete ordena a suspensão, por um período de noventa (90) dias, prorrogáveis, de todas as atividades de transporte aéreo, de passageiros e carga, das companhias aéreas venezuelanas que operam no Panamá".



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As medidas são aplicáveis à Aeropostal Asas da Venezuela, Avior Airlines, Conviasa, Laser, Ravsa, Santa Bárbara Airlines e Turpial Airlines. O presidente lembra ainda que, em março passado, incluiu a Venezuela na lista de países que aplicam medidas discriminatórias ou restritivas contra os interesses econômicos e comerciais internacionais do Panamá.



Em 5 de março, Nicolás Maduro suspendeu as relações econômicas e financeiras com 22 pessoas e 46 entidades jurídicas do Panamá, uma medida justificada com a necessidade de proteger o sistema financeiro venezuelano. A suspensão foi aplicada por 90 dias, renováveis. Entre os cidadãos abrangidos pela medida, o presidente do Panamá, Juan Carlos Valera, os ministros das Relações Exteriores, Isabel de Saint Malo, da Presidência, Álvaro Alemán, e do Governo, Maria Luísa Romero. Com informações da Lusa.