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A Suprema Corte da Espanha rejeitou nesta quinta-feira (12) um apelo do candidato da Presidência da Catalunha, Jordi Sànchez, para deixá-lo sair da prisão para participar das sessões do parlamento catalão, onde os legisladores votarão sua candidatura.

Sànchez, o ex-líder do movimento pró-independência da Assembleia Nacional Catalã (ANC), está atualmente em prisão preventiva em Madri sob a acusação de ter participado de um golpe, além de insurgência e desvio de fundos estatais, crimes que estariam relacionados com o referendo catalão de 1º de outubro.



O parlamento catalão apresentou a candidatura de Sànchez para a presidência da região no início de março, mas o político a revogou depois que a corte espanhola rejeitou seu pedido de liberdade temporária.

No sábado (7), após consultas com as bancadas parlamentares, o presidente do parlamento catalão, Roger Torrent, propôs novamente nomear Sànchez como candidato à presidência.



A Suprema Corte espanhola ordenou anteriormente que todos os candidatos ao cargo de presidente catalão estivessem fisicamente presentes na reunião para a eleição, enquanto Madri afirmou disse que o parlamento catalão deve escolher um candidato presidencial que não tenha problemas jurídicos.

Em 1º de outubro de 2017, a grande maioria dos eleitores catalães apoiou a separação da Catalunha da Espanha. O plebiscito não foi reconhecido por Madri, que impôs o seu domínio sobre a região autônoma e destituiu o governo local. Vários ministros do antigo governo catalão foram presos, enquanto outros conseguiram deixar a Espanha. Com informações do Sputnik Brasil.

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