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Após ter o recurso negado por 6 votos a 5 no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (19), Paulo Maluf conseguiu manter a prisão domiciliar. A maioria dos ministros entendeu que o processo contra o deputado afastado se encerrou (não cabendo novos embargos) e a pena deve ser cumprida. Depois dessa decisão, os ministros passaram a julgar a questão da prisão domiciliar.

O relator do processo, Edson Fachin, propôs aos colegas que fosse concedida a prisão domiciliar “de ofício”. Isso significa que a decisão seria da própria Corte, sem que fosse necessário um pedido por parte da defesa de Maluf.



Em razão do quadro grave de saúde em que se encontra o deputado afastado, Fachin comunicou que efetivamente seria concedida a prisão domiciliar. Com a decisão, não será mais preciso julgar a liminar de Dias Toffoli que também havia concedido, de maneira provisória, o benefício.

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