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Acaba nesta sexta-feira (20) o prazo para que a mineradora Samarco, a Vale, a BHP Billiton e o Ministério Público apresentem à 12ª Vara Federal do estado um plano que defina ações de reparação dos danos causados pelo desastre ambiental que matou 19 pessoas em Mariana, na Região Central de Minas Gerais.

O acidente aconteceu há dois anos e cinco meses e ainda não há um diagnóstico dos danos socioeconômicos causados pelo “mar de lama” da mineradora Samarco.



O G1 destaca que, caso o acordo não seja homologado, a ação do MPF no valor de R$ 155 bilhões, que havia sido suspensa em julho de 2017 pela Justiça Federal, volta a tramitar normalmente.

Além disso, a União, juntamente com estados e órgãos ambientais, moveu uma ação que determinava a criação de um fundo no valor de R$ 20 bilhões por parte das mineradoras para recuperar a Bacia do Rio Doce em 15 anos, e que foi interrompida em janeiro do ano passado, também pode ser reativada.



A reportagem tentou entrar em contato com a BHP Billiton, a Vale, a Samarco e o MPF, mas eles não se manifestaram sobre o fim do prazo.