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Novos protestos foram organizados na Armênia mesmo após o ex-presidente Serzh Sargsyan ter renunciado ao cargo de primeiro-ministro, na última segunda-feira (25). O líder de oposição, Nikol Pashinyan, convocou as manifestações após as negociações com o Partido Republicano da Armênia, atualmente no poder, terem sido canceladas.

Mas, de acordo com o novo premier, Karen Karapetyan, não se tratava de um diálogo, e sim de uma situação unilateral. "Nikol Pashiyan avançou unilateralmente com as novas condições de governo", disse Karapetyan.



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Pashinyan é ex-membro do Congresso Nacional da Armênia, movimento de oposição ao governo, e também foi editor do jornal "The Armenian Times", um dos principais críticos de Sargsyan.



Ele e as legendas de oposição exigem a saída do Partido Republicano do poder. Como o novo premier segue a tendência política de Sargsyan, que alterou a Constituição para tentar se manter no comando do país, eles acreditam que novas eleições podem ser fraudadas.

Dentre outras solicitações, Pashinhyan exige a eleição de "um primeiro-ministro do povo". Após ter presidido a Armênia em dois mandatos, Sargsyan havia sido nomeado premier pelo Parlamento, mas foi forçado a renunciar uma semana depois, por causa dos protestos populares. Com informações da ANSA.