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"Com medo de vaia", segundo Paulinho da Força, os quase dez pré-candidatos à Presidência convidados não apareceram no ato da Força Sindical deste 1º de Maio, em São Paulo, salvo por três deles, que expressaram pessimismo ao falar do país.

Manuela pediu a revogação da reforma trabalhista, "que retira direitos dos trabalhadores". Referindo-se ao desabamento de prédio em São Paulo, Paulo Rabello de Castro (PSC) disse que "foi a República do Brasil que desabou em cima do trabalhador e da trabalhadora brasileira".



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Com 13,7 milhões de desempregados, "quem quer governar o país tem a obrigação moral de gerar emprego", discursou Aldo Rebelo (SD).



Esperados, o governador Márcio França (PSB) e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que também se coloca como candidato ao Planalto, não compareceram.

França atribuiu sua ausência ao desabamento. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), passou pelo ato, mas não subiu no palanque. Em 2017, o então prefeito João Doria (PSDB), hoje candidato a governador, foi duramente criticado por defender a reforma trabalhista.

"Está todo mundo correndo de vaia", disse Paulinho. Com informações da Folhapress.