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Gabe, a irmã da estudante Matheusa Passareli Simões Vieira, de 21 anos, disse que a estudante foi drogada na festa onde estava, localizada a dois quilômetros do Morro do 18, onde teria passado por um "tribunal do tráfico". A Delegacia de Descoberta de Paradeiros, da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou a morte da jovem na manhã desta segunda-feira (7).

Segundo testemunhas, a jovem teria deixado o evento passando mal, e falando frases desconexas. Relatos apontam ainda que ela também teria se despido no caminho.



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"A Matheusa não se drogou voluntariamente (na festa). Isso foi algo que todas as pessoas que foram dar testemunho afirmaram. Mas que involuntariamente isso poderia ter sido uma questão. Podem ter colocado algo na bebida dela", afirma Gabe.



Segundo informações do Universa, do portal UOL, a irmã disse que ela nunca foi diagnosticada com um surto psicótico. "Que ela estava em situação de crise e grande estresse ali (na festa), é fato. Alguma coisa aconteceu na festa, houve algum tipo de gatilho", diz.

"Eu jamais na minha vida imaginei que sofreria algo desse tipo, de tamanha violência", completa Gabe.

Gabe e Matheusa se apresentavam como "transexuais não-binárias", como se apresentavam e se tornaram figuras conhecidas na capital do Rio como ativistas de identidade de gênero.