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Uma escola da cidade de Lecce, no sul da Itália, foi acusada de proibir que um menino diabético de 9 anos frequentasse a instituição por conta da doença.

De acordo com a mãe da criança, desde abril ele vem sendo proibido de assistir as aulas em decorrência da doença. A escola decidiu que o menino só poderia frequentar o local caso estivesse acompanhado pela mãe.



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"Nunca negamos o acesso ao aluno, não estávamos preparados para lidar com qualquer emergência e pedimos um tempo", explicou a escola em nota.



A mãe da criança, que é de origem marroquina, entrou com uma ação contra a escola e o caso só foi decidido na última terça-feira (8). Após diversas reuniões, o menino foi autorizado a voltar para a escola.

"Quando seus colegas de classe o viram, eles o abraçaram, mas ele continua me perguntando por que o perseguiram. Eles o fizeram se sentir estranho, doente e diferente dos outros, e isso dói", disse a mãe do estudante.

O menino possui diabetes tipo 1, um nível comum de ser diagnosticado em crianças e adolescentes. Os portadores dela necessitam tomar injeções diárias para manter a glicose no sangue.(ANSA)