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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, denunciou uma "militarização do "Mar do Sul da China", que pode provocar "consequências de vasta escala" na região.

A declaração foi dada durante um fórum em Singapura sobre segurança na Ásia, no último fim de semana. Segundo o chefe do Pentágono, "um único país não pode controlar a região indo-pacífica", em uma clara referência a Pequim.



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"A militarização está ligada diretamente ao uso da força para propósitos de intimidação e coerção", acrescentou Mattis. Já a China chamou os comentários de "irresponsáveis", e o general He Lei disse que o país tem o direito de deslocar tropas "pelo próprio território".



Há suspeitas de que Pequim tenha instalado mísseis terra-ar e sistemas de defesa antinavios nas Ilhas Spratly, arquipélago cuja posse também é reivindicada por Taiwan, Vietnã, Brunei, Malásia e Filipinas.

Além disso, a China enviou um bombardeiro para a região, que, além de disputada por diversos países, pode conter grandes reservas de recursos naturais e é uma importante rota comercial marítima. Além de Spratly, os países da região também disputam o arquipélago de Paracel. (ANSA)