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As escolas particulares de São Paulo aprovaram, em assembleia nesta quarta-feira (6), uma proposta feita pelo Tribunal Regional do Trabalho em audiência na terça (5) de manter a convenção coletiva dos professores -que estabelece regras trabalhistas da categoria- inalterada por mais um ano.

O sindicato patronal, o Sieesp, havia proposto alterações na convenção, como da redução de bolsas para filhos de professores (de dois para um), diminuição do número de dias de recesso e possibilidade de fragmentação das férias.



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A tentativa de mudar as regras resultou na paralisação de docentes em 105 escolas -2% do total de colégios da capital paulista.



Com a greve, os patrões voltaram atrás e aceitaram texto que mantém todas as cláusulas da convenção até o dia 28 de fevereiro de 2019. O reajuste salarial oferecido de 3%, porém, foi reduzido para 2,14%. Se manteve os 15% de PLR (participação de lucros e resultados). Os dias parados pela greve também não serão descontados mediante reposição das aulas.

Agora, a proposta precisa passar pelo crivo dos professores. Os docentes irão decidir se aceitam ou não o documento em assembleia nesta quarta às 18h, na sede do Sinpro (Sindicato dos Professores de São Paulo). Com informações da Folhapress.