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Depois de uma eleição acirrada e atípica, onde as redes sociais superaram os grandes veículos de comunicação de forma nunca antes imaginada. O que esperar do próximo governo?
Bem, de minha parte nunca torço contra o governo – embora esteja sempre alerta para fiscalizar e cobrar – afinal, se o governo vai mal, vai mal também a economia, a saúde, educação e a segurança, ou seja, o Brasil. Não faz sentido esperar que o barco em que você navega afunde, só porque você não gosta do capitão.
Mas quais são as perspectivas para o novo governo? Sinceramente acredito que vamos iniciar o caminho do crescimento econômico e talvez começar a organizar a “casa” no tocante a educação, saúde, emprego e, mais importante ainda, na segurança. Até porque, não faz o menor sentido ser próspero em um país onde não se pode ir com segurança à esquina. Se não temos o direito de viver livremente com o fruto de nosso trabalho, que tipo de vida é essa?
Resolvida essa questão da segurança – coisa que não é nada fácil – espero que o Brasil finalmente comece a trilhar o caminho da liberdade econômica e do livre mercado. Temos amarras demais impedindo o povo de empreender, seja por legislações idiotas, seja pela cobrança criminosa: impostos, taxas, alvarás e, como se não bastasse, o achaque de agentes estatais corruptos. Ou mudamos esse sistema ou não seremos um país próspero.
O grande filósofo Roger Scruton tem uma frase que gosto muito, diz ele:
“Um mercado pode fazer a alocação racional dos bens e serviços somente onde há confiança entre os integrantes… em outras palavras, a ordem econômica depende de uma ordem moral. “
Ou seja: Por mais que tenhamos leis, normas e regulações, sem uma ordem moral, sem uma atuação ética, não alcançaremos o tão sonhado desenvolvimento. É preciso que o empresariado confie, que os investidores confiem, que o povo confie. Confie, sobretudo, que vale a pena ser honesto e justo.

Jorge Costa
Consultor
Marketing e Política
http://jorgewcosta.com.br

http://academiadeherois.com/blog/

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