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Todos os funcionários homens da clínica Hacienda HealthCare, em Phoenix, no estado norte-americano do Arizona, terão de fazer teste de DNA depois que uma paciente em estado vegetativo há 14 anos deu à luz. Com os exames, a polícia pretende identificar quem estuprou a mulher.

Nessa terça-feira (8), a clínica informou em comunicado que apoia a decisão das autoridades: "Nós vamos continuar a cooperar com a polícia de Phoenix e todas as outras agências investigativas para desvendar os fatos nesta situação extremamente perturbadora e sem precedentes".



Segundo a 'Associated Press', a mulher tem 29 anos e é de origem indígena, de uma tribo na reserva San Carlos Apache, no Arizona. Ela teria ficado em estado vegetativo após ser vítima de um afogamento.

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Um membro da família, que não quis se identificar, disse ao jornal 'Fox' que "nenhum dos funcionários [da clínica] estava ciente de que ela estava grávida até o momento que ela estava dando à luz".

"Pelo que me disseram, ela estava gemendo. E eles não sabiam o que havia de errado com ela", completou a fonte. Ainda de acordo com a fonte, o parto, que aconteceu no dia 29 de dezembro de 2018, foi feito por uma enfermeira do local e o bebê está saudável.

Para aumentar a segurança, a clínica mudou o protocolo de atendimento. Agora, sempre que um funcionário precisar entrar no quarto de uma paciente, será acompanhado de alguma funcionária.