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Home Office: Não é modinha, não

Blogs - Expresso Artigos: Hora do Empreendedor com Ibraim Gustavo, toda segunda e sexta, abordando temas atuais.

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Chinelo no pé e bermuda, deitado na cama ou sentado no sofá da sala. Quem sabe na bancada da cozinha, com um copo de café do lado, biscoitos e o gato circulando por entre as pernas do dono. Esse é o formato que todo trabalhador gostaria de ter: o home office.

Mas ele não é produto da pandemia, não! Muitas empresas no mundo inteiro já adotam o regime para seus colaboradores e, com isso, garantem o santo graal que todo empreendimento quer: aumentar os lucros e reduzir as despesas.

Trabalhando de casa, a empresa não paga alugueis com escritórios, diminui consideravelmente o uso de energia elétrica, água, internet, telefone, copos de água e cafezinho, por exemplo. Além de não necessitar contratar empresas terceirizadas de segurança, limpeza ou estacionamento.

Os funcionários, por sua vez, não precisam se deslocar até o trabalho, podendo criar e otimizar sua rotina, e usar esse tempo, que era gasto no trânsito, com a família, na educação dos filhos, no descanso pessoal ou até mesmo na prática de alguma atividade física.

Por outro lado, empresa e colaboradores precisam ter disciplina quanto a prazos e, principalmente, manter contato, entre si e com seus clientes. E você? Quer esse emprego dos sonhos também?

Segundo o diretor-executivo da Infobase e coordenador do MBA em Marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Miceli, o número de empresas que pretendem adotar o home office após a crise do novo coronavírus deve crescer 30%, segundo apontou reportagem da Agência Brasil.

VIAREDAÇÃO/JORNAL EXPRESSO CE
SOURCE IBRAIM GUSTAVO
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