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Durante a Primeira Guerra Mundial, milhares de homens foram destacados para o campo de batalha, obrigando às mulheres a saírem de suas casas para trabalhar. Contrariados com esse quadro, os sindicatos que representavam a força de trabalho à época, numa atitude reveladora de machismo, proibiu que os salários pagos aos homens fossem repassados integralmente às mulheres, que agora estavam na linha de produção das fábricas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.

Esse desarranjo prolongou-se até os dias de hoje, gerando injustiça social ao longo de décadas. É natural que nos acometam os sentimentos de desrespeito e desigualdade ao nos deparamos com uma realidade em que uma mulher, desempenhando o mesmo papel de um homem, ainda ganha salários inferiores, pelo simples – e inexplicável – fato de ter nascido mulher, como se isso não fosse causa de orgulho para todas elas.



O mesmo cenário encontramos em grandes corporações, que têm seus quadros mais elevados ocupados quase que na totalidade por homens: diretores, CEOs e presidentes.

É essa luta que todos, mulheres e homens, precisamos travar, a fim de fazer cair por terra toda injustiça e desigualdade, que não colaboram em nada com nosso crescimento e evolução, como mercado, sociedade, nação e humanidade.