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Sharing Economy, ou economia do compartilhamento é uma modalidade de vendas e prestação de serviços com viés extremamente voltado à sustentabilidade, seja do negócio, das vendas, do bolso e, por que não, do meio ambiente.

A luta contra o aquecimento global, o desmatamento, e a retirada excessiva e irresponsável de minerais do solo e dos oceanos são constantes e já vêm de muitas décadas. Assim como essas questões, sempre debatidas, temos ainda os frutos do consumismo desenfreado, que geram o desperdício e a alta produção de lixo, que impactam não só na natureza mas refletem também na economia.



Uma das saídas propostas para se evitar o desperdício de produtos, alimentos e matérias-primas é justamente transformar esses recursos em algo compartilhável, ou seja, mais de uma pessoa faz uso antes do descarte. Obviamente, nem tudo o que é produzido pode ser compartilhado, mas essa prática é cada vez mais comum, especialmente no setor de serviços.

É nesse ramo da economia que vemos uma enorme expansão da economia compartilhada. Quem nunca pediu uma senha de Wi-Fi por aí; ou então não assiste a filmes e séries na Netflix utilizando a conta de outra pessoa; o Blábláblá Car e o Waze Car Pool, por exemplo, permitem que você e outros desconhecidos compartilhem carona para irem juntos a destinos próximos, dividindo a conta final; em capitais e grandes cidades, muita gente compartilha as bicicletas da Yellow para irem ao trabalho ou voltarem pra casa.



O Instituto Price Water Consulting estima que em 2025, a sharing economy será responsável por 50% do lucro mundial, alcançando US$ 335 bilhões.

No futuro, será muito mais viável, barato e fácil vender um produto que agregue mais valor e seja mais caro, mas compartilhável, reduzindo, assim, os custos para aqueles que o adquirirem, já que estes poderão dividir o preço.